Conselheiros Defendem Um Técnico Veterano, 'cascudo' E Vencedor No Palmeiras. Abel Braga


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Ciência das redes é um campo académico interdisciplinar que estuda redes complexas tais como redes de telecomunicações, redes de computadores, redes biológicas, redes cognitivas e semânticas, e mídias sociais . O que se estuda são teorias e métodos, incluindo teoria dos grafos da matemática, mecânica estatística da física, mineração de detalhes, visualização de dado da ciência da computação, modelagem inferencial da estatística, e infraestrutura social da Sociologia. O estudo das redes surgiu em numerosas disciplinas como um meio de análise de fatos relacionais complexos. Pela década de 1930 Jacob Moreno , um psicólogo da tradição Gestalt, chegou nos Estados unidos. Ele desenvolveu o Sociograma e apresentou-o ao público em abril de 1933 em uma Convenção de médicos acadêmicos.


Ekena canta, dança, sua, grita, chora, urra, silencia, nos encara, nos convoca, arrebata e acaricia. Sua arte é entrega incondicional. Seu modo de ser está intrinsecamente conectado ao cantar. Sua canção é plena comunhão: é ali que ela fabrica e nos dá o maior e melhor amor que puder gerar.


E hoje tem mais Ekena, no Sesc Santana, com entrada franca. QUINTA-FEIRA - 22 de março - 20h … Palco Algumas Rotações - Sesc Santana … Projeto sinaliza os caminhos da canção autoral feita por mulheres no Brasil. Nessa edição, o Obinrin Trio, banda composta por Lana Lopes (percussão e voz), Raíssa Lopes (voz e violão) e Elis Menezes (voz e violão) mostra canções políticas e feministas, que trazem reflexões sobre isto machismo, aborto, lesbofobia e racismo.


A cantora Ekena, retrata as levadas folk e mpb das canções de teu cd “Nó”, com letras intimistas e densas, a respeito da luta das mulheres numa nação machista. Entrada franca. Pela av. Luís Dumont Villares, 579, na ZN. No sábado, 17 de março, fui ao Novo Limoeiro (av. Rock in Vila, festival organizado pelo escritor e músico Dari Luzio, que descreveu com apresentações de José Carlos Guerreiro, Chero da Poesia e das bandas US Top e Jeca’s Blues (nesta ordem, nas fotos). O ambiente, que costuma abrigar noitadas de samba e sertanejo, abre assim como espaço para as bandas de rock e mpb. Este web site gostou do que viu e ouviu e saúda a iniciativa, querendo vida longa ao Rock in Vila.


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SÁBADO e DOMINGO - vinte e quatro e vinte e cinco de março … Trupe … A companhia carioca Focus desembarca pela capital mineira pra estreia nacional de ‘Trupe - Uma Intervenção Urbana’, com coreografia e direção de Alex Neoral. A montagem faz cota das comemorações dos cinquenta anos da Petrobrás em Minas Gerais. No dia vinte e quatro de março, sábado, pela Praça da Independência, às 12h e às 16h. No dia 25 de março, domingo, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, às 11h. Em Bonito Horizonte.


Nesse mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (oito de março) e as brigas feministas, o Teatro da Rotina continua sua programação focada nelas e pela diversidade de estilos e propostas das cantoras e compositoras convidadas. O tempo de 19 shows (com curadoria musical da jornalista Bijou Monteiro) vai até dia 31. Toda quarta, quinta, sexta e sábado você terá uma bacana explicação pra subir até a rua Augusta, 912. Curta e prestigie estas talentosas artistas.


Vinte (antecipado, nesse lugar no blog). SÁBADO - 24 de março - 21h … Nô Stopa … Cantora, compositora e instrumentista, Nô Stopa faz show solo, interpretando tuas primeiras composições e as influências no folk. Ela neste momento se apresentou com o Teatro Mágico, com Zé Geraldo (seu pai) e com a banda Folk pela Kombi, e também preservar a dupla Duas Casas com o cantor Bezão.


Agora faz uma semana que a vereadora Marielle Franco (PSOL), de trinta e sete anos, foi assassinada no bairro da Lapa, no Rio. Ela era relatora da Comissão dos Direitos Humanos que acompanhava a intervenção no RJ. Havia feito denúncia contra abusos policiais e voltava de um evento pra jovens negras quando foi baleada. O motorista do veículo em que ela estava também foi executado. Protestos e manifestações contra o bárbaro crime se repetem todos os dias em algumas cidades brasileiras. Marielle lutava por justiça, inclusão e igualdade de direitos. Defendia as causas que todos nós, artistas e coletivos dos saraus, bem como defendemos.


Uma semana se passou e esse web site continua aguardando o esclarecimento do caso e a punição dos assassinos. E continua condenando os absurdos discursos de ódio dos setores fascistas da nação, que disseminam fakenews, impune e irresponsavelmente. Que adjetivos oferecer à desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio, Marília Castro Neves, depois de tantas alegações preconceituosas? E ao Movimento Brasil Livre (livre?) e ao deputado da bancada da bala Alberto Fraga (DEM), que pronta e ‘inocentemente’ compartilharam seus infames e primários artigos, sem nem desconfiar das levianas acusações?

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